{"id":146,"date":"2019-12-31T14:48:58","date_gmt":"2019-12-31T16:48:58","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/?p=146"},"modified":"2019-12-31T15:25:57","modified_gmt":"2019-12-31T17:25:57","slug":"wanderley-bernardes-1994-hotel-em-piraquara","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/?p=146","title":{"rendered":"Wanderley Bernardes- 1994 &#8211; Hotel em Piraquara"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"809\" src=\"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wandescrit-1024x809.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-151\" srcset=\"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wandescrit-1024x809.jpg 1024w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wandescrit-300x237.jpg 300w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wandescrit-768x607.jpg 768w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wandescrit-1536x1213.jpg 1536w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wandescrit-2048x1617.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Wanderley Bernardes<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cContinuando\nna luta pela sele\u00e7\u00e3o e melhoria do b\u00fafalo no Brasil, com tantos outros\ncriadores, estamos novamente na Exposul. N\u00e3o temos a melhor representa\u00e7\u00e3o da\nra\u00e7a nos animais que trouxemos da Paineiras. \u00c9 prov\u00e1vel que consigamos alguns\nt\u00edtulos, no m\u00e1ximo de Reservado de Campe\u00e3o. Mas o contato, a troca de\ninforma\u00e7\u00f5es e o calor da amizade, &nbsp;reanima os criadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Verifica-se\nque embora um pequeno n\u00famero de criadores seja mais afeito a frequentar as\ncaras e dif\u00edceis feiras e exposi\u00e7\u00f5es, o b\u00fafalo vem crescendo em quantidade e\nqualidade, apurando-se tamb\u00e9m o n\u00edvel de criadores, ou seja, permanecendo na\natividade aqueles que se afinaram com a natureza e o manejo do b\u00fafalo e\npretendem manter-se definitivamente nessa atividade. As explora\u00e7\u00f5es leiteiras e\nde carne v\u00e3o se definindo aos poucos, acentuando-se uma ou outra em cada\nregi\u00e3o, de acordo com suas voca\u00e7\u00f5es, confirmando as habilidades da esp\u00e9cie\nbubalina como animal misto.<\/p>\n\n\n\n<p>Verifica-se\ntamb\u00e9m um grande n\u00famero de t\u00e9cnicos que atrav\u00e9s das cadeiras de bubalinocultura\ndas faculdades e de visitas a criat\u00f3rios, t\u00eam hoje um conceito da real\nimport\u00e2ncia da esp\u00e9cie. <strong>Quando recebemos\nvisitas<\/strong>, principalmente de estudantes de zootecnia, veterin\u00e1ria e\nagronomia, em grupos geralmente de trinta a sessenta alunos, verificamos que se\ndespedem, na maioria, realmente interessados e motivados para trabalharem com a\nesp\u00e9cie. Nessas oportunidades costumamos repetir que se temos dois contadores\nde vantagem, o ca\u00e7ador e o pescador, devemos acrescentar agora, o criador de\nb\u00fafalos. Isso porque <strong>somos obrigados a\ncontar vantagens<\/strong> sobre o animal que, sem d\u00favida, supera o seu par\u00e2metro\nmais pr\u00f3ximo, o bovino, em tudo.<\/p>\n\n\n\n<p>E come\u00e7amos <strong>mostrando-lhes<\/strong> uma sola batida de couro de b\u00fafalo, com 11 mil\u00edmetros de espessura, sem nos esquecermos de mencionar que as de 15 mm s\u00e3o comuns. Nesta altura, <strong>mostrando-lhes<\/strong> a utilidade pr\u00e1tica do couro, <strong>exibindo-lhes<\/strong> a sela de nossa pr\u00f3pria fabrica\u00e7\u00e3o, da mais alta qualidade, inteiramente de couro de b\u00fafalo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"815\" src=\"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/sela-1024x815.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-149\" srcset=\"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/sela-1024x815.jpg 1024w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/sela-300x239.jpg 300w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/sela-768x611.jpg 768w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/sela-1536x1222.jpg 1536w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/sela-2048x1629.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Osmar Bernardes &#8211; Selas de couro de b\u00fafalos<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Depois\nlhes falamos da longevidade produtiva do b\u00fafalo, que como regra, e n\u00e3o como\nexce\u00e7\u00e3o, vai para al\u00e9m dos 15 anos, havendo casos concretos, como temos para <strong>exibir na fazenda, <\/strong>animal com 21\ncrias sem interrup\u00e7\u00e3o, e mais uma no ventre.<\/p>\n\n\n\n<p>E\nassim por diante, <strong>mostramo-lhes <\/strong>na ordenha\nsem peia nem cordas, mec\u00e2nica ou manual, a docilidade total do rebanho. <strong>Mostramo-lhes <\/strong>a m\u00e9dia crescente da\nprodu\u00e7\u00e3o leiteira e falamo-lhes do grande potencial do b\u00fafalo nessa\natividade, lembrando-lhes sempre o fato de que uma b\u00fafala produzindo 10 kg de\nleite est\u00e1 na realidade, produzindo 20 kg em valor industrial e que nesta\naltura, o rebanho bubalino j\u00e1 n\u00e3o deve nada \u00e0s girolandas em volume de produ\u00e7\u00e3o\ne est\u00e3o em marcha para se igualar \u00e0s ra\u00e7as holandesa e outras especializadas,\nvisto que no Brasil <strong>j\u00e1 temos<\/strong> b\u00fafalas\ncom produ\u00e7\u00e3o igual ou superior a 5.000 kg de leite por lacta\u00e7\u00e3o,\nrevelando na incipiente sele\u00e7\u00e3o, grandes potencialidades gen\u00e9ticas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mostramo-lhes<\/strong> ainda o desenvolvimento normal dos bezerros\nsujeitos \u00e0 explora\u00e7\u00e3o leiteira de suas m\u00e3es, que com um ganho de peso entre\n350 e 400 gramas\/dia, t\u00eam condi\u00e7\u00f5es, atrav\u00e9s de ganho compensat\u00f3rio ap\u00f3s a\ndesmama, de igualar-se em rendimento \u00e0queles criados com todo o leite. <strong>Mostramo-lhes<\/strong> ainda em rela\u00e7\u00e3o ao\nbezerro que pode ser \u201cdesmamado\u201d aos 90 dias, desde que com 80 kg de\npeso e suplementado na alimenta\u00e7\u00e3o, sem um custo antiecon\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mostramo-lhes<\/strong> que o b\u00fafalo pode ser criado at\u00e9 com utiliza\u00e7\u00e3o de\nchuveiros, na falta de rios e represas, pois a sua necessidade maior \u00e9 a de\nhidratar a pele, e que a sombra pode contribuir at\u00e9 com 50% dessa necessidade. Cientificamo-lhes\nda facilidade na coleta de s\u00eamena<strong> n\u00edvel de fazenda<\/strong> e do seu alto\nrendimento nas insemina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembramo-lhes\ntamb\u00e9m que o b\u00fafalo exige manejo adequado \u00e0 sua esp\u00e9cie, tendo em vista que sua\nnatureza difere da do bovino. Que seus h\u00e1bitos s\u00e3o diversos, e que assim como\nse fossemos criar cabras ter\u00edamos que dar-lhes uma manejo para cabras e n\u00e3o o\nde bovinos, tamb\u00e9m temos que fazer o mesmo com o b\u00fafalo, pois do bovino ele s\u00f3\ntem a semelhan\u00e7a f\u00edsica e o fato de ser ruminante. <strong>Lembramo-lhes<\/strong> que os principais fatores de conten\u00e7\u00e3o dos b\u00fafalos\ns\u00e3o tr\u00eas: pasto, \u00e1gua e por \u00faltimo, a cerca, advertindo-lhes que cerca\ncaindo ensina o b\u00fafalo a varar e que o varador ensina o rebanho. Atender a\nexig\u00eancia do seu manejo \u00e9 largamente compensada pelo seu incompar\u00e1vel\nrendimento em rela\u00e7\u00e3o a qualquer ra\u00e7a de bovino em igualdade de condi\u00e7\u00f5es. E\na\u00ed, <strong>deixamos claro<\/strong> que para a\ncria\u00e7\u00e3o de b\u00fafalos n\u00e3o h\u00e1 encarecimento das instala\u00e7\u00f5es, simplificando-se a\nsua alimenta\u00e7\u00e3o, em cujo particular, ele <strong>\u00e9\nrealmente mais r\u00fastico<\/strong>, aproveitando alimentos mais grosseiros. <\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o\ndeixamos que eles saiam da fazenda, enfim, sem a certeza de que o b\u00fafalo tem,\npelas suas extraordin\u00e1rias qualidades, uma caminhada irrevers\u00edvel no Brasil e em outras partes do mundo, j\u00e1 que ele \u00e9 um dos\npoucos animais que n\u00e3o encontram limita\u00e7\u00e3o do seu desenvolvimento na diferen\u00e7a\nde climas, sendo criado desde as proximidades das geleiras do Himalaia at\u00e9 as\nregi\u00f5es mais quentes da \u00c1frica, do Norte e Nordeste brasileiros, assim como no\nSul do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o\nnos esquecemos de dizer que o t\u00edtulo de animal de dupla aptid\u00e3o cabe tamb\u00e9m com\nprimazia ao b\u00fafalo, visto oferecer seu leite excepcionais qualidades, gerando\nprodutos de alto conceito reconhecido em quase todos os pa\u00edses do mundo, e a\ncarne, que podemos considerar a melhor entre todas se: tem 12 vezes menos\ngordura, menos calorias, baixo colesterol, mais prote\u00edna, <strong>mais saborosa<\/strong>, superando em maciez todas as ra\u00e7as de bovinos,\ninclusive os produtos de cruzamentos desde que oriunda de animal n\u00e3o estressado\nno abate, que deve ser feito at\u00e9 os 30 meses de idade, no m\u00e1ximo at\u00e9 os 36\nmeses\u201d<em>. (as visitas normalmente eram\nacomapnhadas de um churrasco com carne de b\u00fafalos)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCom\nrela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade dos produtos l\u00e1cteos, <strong>oferecemo-lhes<\/strong>\na linha de nossa produ\u00e7\u00e3o &nbsp;para\ndegusta\u00e7\u00e3o e mostramo-lhes a simplicidade e ao mesmo tempo os cuidados com o\nprocesso de fabrica\u00e7\u00e3o. <strong>Falamos<\/strong>\nsempre das perspectivas de supera\u00e7\u00e3o na qualidade dos derivados do b\u00fafalo em\ngeral, \u00e0 medida em que se desenvolvem as pesquisas a seu respeito, um\nprato cheio para profissionais interessados. De tudo isso tem resultado extensa\nlista de pedidos de est\u00e1gio, <strong>que\natendemos na medida do poss\u00edvel<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Falamos\ntamb\u00e9m a eles da import\u00e2ncia do fomento \u00e0 cria\u00e7\u00e3o desse animal para a economia\nde qualquer pa\u00eds e <strong>damos um exemplo<\/strong>\ndo resultado que obtivemos em nossa regi\u00e3o, com a distribui\u00e7\u00e3o de b\u00fafalos em\nparceria, n\u00e3o nos esquecendo de dizer da taxa de crescimento do rebanho\nbubalino no Brasil e da previs\u00e3o de que em aproximadamente 30 anos, teremos\ncerca de 50 milh\u00f5es de cabe\u00e7as e <strong>que\nquem n\u00e3o acompanhar o desenvolvimento do b\u00fafalo, ficar\u00e1 \u00e0 margem do mais\npromissor segmento da pecu\u00e1ria brasileira.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Do\nponto de vista pr\u00e1tico, j\u00e1 <strong>temos que\nregistrar<\/strong> a diferencia\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do leite de b\u00fafala em rela\u00e7\u00e3o ao\nleite bovino, havendo fortes ind\u00edcios de que poderemos ter no b\u00fafalo uma\npecu\u00e1ria leiteira rent\u00e1vel e animadora, diferentemente do que ocorre com o\nbovino, via de regra deficit\u00e1ria e desanimadora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Falamo-lhes<\/strong> ainda sobre a adequa\u00e7\u00e3o dos curtumes ao preparo do\ncouro do b\u00fafalo que tamb\u00e9m vem ocorrendo, registrando-se diversos\nestabelecimentos no Rio Grande do Sul, no Paran\u00e1 e em S\u00e3o Paulo, que n\u00e3o\nrejeitam os couros e que j\u00e1 apresentam com eles materiais de boa qualidade,\npossibilitando a confec\u00e7\u00e3o de produtos tamb\u00e9m diferenciados. Quanto \u00e0 carne,\nest\u00e1 sendo objeto de s\u00e9rio trabalho de introdu\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul, agora\nno Paran\u00e1 e brevemente em S\u00e3o Paulo, o que nos livrar\u00e1 da desagrad\u00e1vel\ndesvaloriza\u00e7\u00e3o do animal pelos frigor\u00edficos, que descobriram nesse\ncomportamento uma forma de ganhar mais,&nbsp;\ncomprando b\u00fafalo barato e vendendo \u201ccarne bovina\u201d a pre\u00e7os normais, j\u00e1\nhavendo at\u00e9 pre\u00e7os com&nbsp; \u00e1gio, em se\ntratando de partes mais nobres como a picanha e a maminha.<\/p>\n\n\n\n<p>Em face da necessidade de aumento do rebanho bubalino, pois seu derivados t\u00eam demanda reprimida, sendo insuficiente tanto a carne como os produtos do leite, para uma contrata\u00e7\u00e3o de fornecimento regular, conclamamos os companheiros a trabalharmos com mais afinco na multiplica\u00e7\u00e3o dos criadores, com menos timidez e maior agressividade. O processo utilizado por n\u00f3s, de fomento de cria\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de parcerias e tamb\u00e9m pelo governo do Estado de S\u00e3o Paulo no Vale do Ribeira, com absoluto sucesso, deve ser imitado por criadores em v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds, agilizando o crescimento do rebanho e o seu fortalecimento como esp\u00e9cie de superior categoria&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Conclamamos\nos companheiros a passarmos da passividade e expectativa de que o b\u00fafalo\ncontinue implantando-se&nbsp; por si mesmo,\ncomo vem ocorrendo, para a agressividade no incremento de sua produ\u00e7\u00e3o. Para\ntanto \u00e9 necess\u00e1rio divulga\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de Associa\u00e7\u00f5es, mas, principalmente um\na\u00e7\u00e3o efetiva por parte dos criadores no corpo a corpo com tradicionais\ncriadores de bovinos, al\u00e9m de oferecer est\u00e1gios a estudantes; introduzindo a\ncarne e o leite entre os consumidores; fomentando a cria\u00e7\u00e3o nas\ncircunvizinhan\u00e7as de sua propriedade, oferecendo animais em parceria, o que em\nnosso caso resultou ap\u00f3s 12 anos no surgimento, num raio de 80 km da\npropriedade, de mais de 50 criadores que agora j\u00e1 se multiplicam\nespontaneamente<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"683\" height=\"1024\" src=\"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wander_1bx-1-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-150\" srcset=\"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wander_1bx-1-683x1024.jpg 683w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wander_1bx-1-200x300.jpg 200w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wander_1bx-1-768x1152.jpg 768w, http:\/\/blog.ingai.agr.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wander_1bx-1.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><figcaption>Wanderley montando Coqueiro<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Wanderley Bernardes<br><em>Hotel em Piraquara, junto a Curitiba 15\/10\/94<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cContinuando na luta pela sele\u00e7\u00e3o e melhoria do b\u00fafalo no Brasil, com tantos outros criadores, estamos novamente na Exposul. N\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false},"categories":[8],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/146"}],"collection":[{"href":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=146"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/146\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":153,"href":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/146\/revisions\/153"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=146"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=146"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/blog.ingai.agr.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=146"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}